19 de agosto

GDF - Administrações Regionais GDF - Administrações Regionais GDF - Administrações Regionais GDF - Administrações Regionais
7/06/22 às 15h08 - Atualizado em 7/06/22 às 15h08

Reforma deixa novinha praça na área central de Ceilândia

COMPARTILHAR

Foram consertados 15 metros de calçadas e feitas a pintura de bancos e meios-fios e a limpeza do local, que abriga lojas, bancos, uma unidade da OAB-DF, além de residências

 


Após uma semana de trabalhos, o GDF Presente concluiu a reforma de uma praça na CNM 1, região central de Ceilândia. Dez funcionários da administração da cidade e reeducandos da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape) consertaram 15 metros de calçadas, fizeram a pintura de bancos e meios-fios. Também foi realizada a limpeza do local.

Para o administrador de Ceilândia, Cláudio Domingues Ferreira, a reforma da praça tem importância especial por tratar-se de um equipamento no centro da cidade que abriga lojas, bancos e uma unidade da Ordem dos Advogados do Brasil, do Distrito Federal (OAB-DF), além de residências. “Estamos programando a realização de obras de poda de árvores e o conserto de lâmpadas”, diz o administrador

A Administração Regional de Ceilândia promove com regularidade a reforma de seus equipamentos públicos, que incluem 100 pontos de encontro comunitário (PECs) num espaço total de 230 km². As praças são utilizadas para descontrair, estudar, praticar esportes, entre outras coisas.

Estrada recuperada

Além dessa, outra benfeitoria feita recentemente pelo Governo do Distrito Federal (GDF) na região de Ceilândia foi a recuperação de 2,7 km de estrada no Núcleo Rural Boa Esperança. O trecho que vai da rotatória da DF-190 até a BR-070, sentido Santo Antônio do Descoberto (GO), tinha erosões e buracos. Com a manutenção concluída, os moradores ganharam mais segurança e conforto.

A ação foi realizada pelo GDF Presente, que viabiliza reparos estruturais nas cidades. O coordenador do Polo Rural do programa, Manoel Castro, explica que a população reclamava da dificuldade em dirigir na estrada. “A via estava muito ruim. Os ônibus escolares e os produtores rurais tinham que desviar dos buracos, correndo o risco de causar acidentes. Também tinha muita poeira”, disse Manoel Castro.

Mapa do site Dúvidas frequentes